quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A REPÚBLICA BRASILEIRA VAI SOBREVIVER

Os predadores que coniveram para acabar com a republica brasileira não serão heróis.
Ao contrário, o povo já percebeu que são apenas ladrões da nação e que deveriam estar presos.
É o que vai acontecer.
Eles, todos eles, tanto de um lado do balcão como do outro lado sabem que ofederam de forma brutal o povo brasileiro. Não há perdão.
O nosso Poder Judiciário está em cheque. Não podem esses ladrões declarados e que tentam macular todos os poderes e figuras impolutas da república prevalecerem.
Se eles prevalecerem por conta de gravações preparadas, a República cai por terra.
Não há como dar mais crédito à falácia de um bandido que menciona os nossos mais elevados julgadores. Eles deveriam ser presos imediatamente. Sob as penas da lei.
Se o nosso egrégio colegiado não tomar as imediatas medidas cabíveis, vai ficar desacreditado.
A demora contribui para a salvação deles e o veneno das instituições. Deletério.
É hora!

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

NOTÍCIA

Exclusivo: TCU suspeita de superfaturamento em obras bancadas pelo BNDES no exterior

CHAMADA NO BLOG "O ANTAGONISTA"
28/08/2017

Uma boa parte dos R$ 50,5 bilhões que o BNDES desembolsou ao financiar operações de “exportações de bens e serviços” para obras no exterior pode ter sido desviada.
Essa é a suspeita de auditores do TCU, que, no ano passado, descobriram que os governos petistas beneficiaram a Odebrecht com 82% dos financiamentos de obras no exterior.
Os técnicos aprofundaram a apuração e constataram que o BNDES bancou, em média, 68% do valor total desses empreendimentos, que incluem rodovias, hidrelétricas e portos.
Ocorre que 80% do custo direto de uma obra rodoviária, por exemplo, é consumido em terraplenagem, pavimentação, drenagem e obras de arte. Nada disso pode ser incluído em “bens e serviços exportáveis” – que seriam apenas 20% do custo.
Em poucas palavras, é como se o BNDES tivesse liberado R$ 680 milhões para uma obra de R$ 1 bilhão, quando o certo seria aportar apenas R$ 200 milhões. Os técnicos estão checando cada uma das 140 operações – cujos valores individuais permanecem sob sigilo.
A suspeita dos auditores é reforçada pela coincidência de percentuais dos empréstimos para obras absolutamente diferentes, como uma rodovia, um metrô ou mesmo um aeroporto.
Lembrando que Angola foi, de longe, o país mais beneficiado com essas operações, num total de R$ 14 bilhões. Seguido por Venezuela (R$ 11 bilhões), República Dominicana (R$ 8 bilhões) e Argentina (R$ 7,7 bilhões).
Suspeita-se ainda que o dinheiro – a juro subsidiado, com longo prazo de pagamento – tenha sido usado em operações de câmbio, multiplicando ainda mais os lucros da Orcrim.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

CONCESSÕES DE SERVIÇOS PÚBLICOS A PRIVADOS SÃO MUITO MAIS EFICIENTES



PRIVADO, O AEROPORTO DE BRASÍLIA VIROU O MELHOR

Também recebida com desconfiança, como no caso da telefonia, a privatização do aeroporto de Brasília se transformou em caso de sucesso. A gestão privada ampliou e modernizou instalações, implantou o conforto, adotou cuidados de limpeza e multiplicou as pontes de embarque (fingers).
A eficiência do aeroporto já fez Brasília esquecer os tempos de gestão anárquica da estatal Infraero.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

NASA FOTOGRAFA PASSAGEM DA ESTAÇÃO ESPACIAL DURANTE O ECLIPSE

Amiggos e coleggas,

Como sou fã de Astronomia e um dos fundadores do observatório do Colégio Christus ainda na década de 1970,  tomei a liberdade de postar o link da matéria do DN com uma foto que mostra a passagem da Estação Espacial. Nitidamente perceptível. Um ovni feito por humanos transitando entre os astros. Espetacular. Os ETs somos nós. Estamos lá, fora da Terra.
CLIQUE NO LINK ABAIXO  👇  E VEJA A MATÉRIA COM UMA FOTO ESPETACULAR

MATÉRIA E FOTO DA ESTAÇÃO ESPACIAL TRANSITANDO DURANTE O ECLIPSE

LINK PARA O ARTIGO DO POST A SEGUIR

Amiggos e coleggas,

A pataforma do nosso blog é incompatível com a publicação que encontrei para oferecer a vocês.
Assim, publico aqui o link para acessar diretamente o artigo na revista do TCE de Minas Gerais
Clique no título abaixo 👇


ARTIGO NA REVISTA DO TCE DE MINAS



O QUE É MELHOR PARA O BRASIL? PRESIDENCIALISMO, PARLAMENTARISMO OU SEMIPRESIDENCIALISMO?

Olá, amiggos e coleggas,

Tema do momento, achei por bem oferecer uma breve visão dos sistemas de governo. Pesquisando, como sempre faço para oferecer o que é melhor para os meus alunos, encontrei a doutrina abaixo que foi publicada na revista do Tribunal de Contas de Minas Gerais.
Aproveitem.
Saudações administrativas


SISTEMAS DE GOVERNO: PRESIDENCIALISMO, PARLAMENTARISMO, SEMIPRESIDENCIALISMO 

Ricardo Arnaldo Malheiros Fiuza 
Professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito Milton Campos (BH). Chefe de Gabinete do Presidente do TJMG. Diretor-Adjunto da Escola Nacional da Magistratura.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

UM DOCUMENTO HISTÓRICO

UM DOCUMENTO HISTÓRICO
Editorial de O Estado de São Paulo
18/07/2017

A sentença assinada pelo juiz Sérgio Fernando Moro, da 13.ª Vara Federal de Curitiba, que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, além de uma pena acessória de sete anos de inabilitação para o exercício de cargos públicos, constitui um importante documento do processo de consolidação da democracia no País.
O ineditismo da peça condenatória – a primeira proferida contra um ex-presidente da República pela prática de crimes comuns – já seria, por si só, razão suficiente para atribuir-lhe a devida adjetivação histórica. Trata-se de um marco incontrastável do primado da igualdade de todos os cidadãos perante a lei, um dos pilares democráticos consagrados pela nossa Constituição.
Sabedor da repercussão que sua sentença tem no presente e terá no futuro, Sérgio Moro cercou-se de cuidados que dizem muito sobre o seu senso de responsabilidade. Todos os pontos da sentença, do relatório do longo processo até a fixação de penas, foram minuciosamente descritos e motivados, para eliminar dúvidas de quem quer que leia a peça.
Ao longo das 238 páginas da sentença, não foram poucas as atitudes do réu – e não apenas dele, mas também de seus representantes legais e de seus partidários – que foram classificadas por Moro como graves o bastante para ensejar a decretação de sua prisão preventiva no curso da ação penal. Houve ali orientação para a destruição de provas, ameaça ou coação de testemunhas e mobilização da militância do Partido dos Trabalhadores (PT) e dos assim chamados “movimentos sociais” para a prática de atos públicos com o único objetivo de tumultuar o bom andamento do processo. Entretanto, Sérgio Moro, acertadamente, decidiu com prudência e, a certa altura, optou pela condução coercitiva de Lula da Silva, uma medida severa, sem dúvida restritiva da liberdade, mas longe de privar o réu dessa mesma liberdade.
O mesmo cuidado pautou o comportamento do magistrado ao permitir que o condenado recorra da sentença em liberdade. “Considerando que a prisão cautelar de um ex-presidente da República não deixa de envolver certos traumas, a prudência recomenda que se aguarde o julgamento pela Corte de Apelação antes de se extrair as consequências próprias da condenação”, decidiu Sérgio Moro.
Já o Partido dos Trabalhadores, em nota oficial, abusa da imprudência ao classificar a condenação do chefão do partido como uma “medida equivocada, arbitrária e absolutamente ilegal”. Sérgio Moro é acusado de ser “um juiz parcial”, que age a serviço dos “meios de comunicação” e do “consórcio golpista”, os inimigos imaginários do PT que não seriam capazes de aceitar a “trajetória de sucesso de Lula na Presidência”. Este é pintado como vítima de “um caso típico de lawfare”, vale dizer, uma implacável perseguição política por meio do uso indevido de recursos jurídicos.
Evidentemente, trata-se da rançosa cantilena da vitimização que ressoa como música nos ouvidos da militância petista, mas que não resiste a uma leitura sóbria da sentença proferida por Sérgio Moro.
Antes de condenar Lula a quase dez anos de cadeia, o magistrado detalha, didática e minuciosamente, os episódios de todas as fases do processo e enumera todos os elementos fáticos, testemunhais e indiciários que formaram a sua convicção para a imputação da pena. A tão propalada “ausência de provas” fica reduzida a mero discurso político, um subterfúgio ante a fragilidade da defesa jurídica do ex-presidente.
Na sentença, fica cabalmente demonstrado que a cobertura triplex no Guarujá, bem como a milionária reforma do imóvel para atender às necessidades de Lula e de sua família, constituíram “vantagens indevidas em um acerto de corrupção” entre o ex-presidente e a empreiteira OAS. Sérgio Moro reserva dezenas de páginas para esmiuçar as artimanhas usadas para ocultar a transferência da propriedade do imóvel, incluindo a análise de fartas provas documentais e periciais apresentadas pelo MPF.
No futuro, quando arrefecerem as paixões, a sentença do juiz Sérgio Moro haverá de ser lida como um registro da vitalidade do Estado Democrático de Direito em um período particularmente conturbado da história do Brasil.